segunda-feira, 4 de novembro de 2013

O Homem que Calculava

"Capítulo 32"
 
Como foi Marcos interrogado por um astrônomo Pedro. O problema da pérola mais leve. O astrônomo cita um poeta em homenagem ao calculista.
Chamava-se Pedro um glômetra e astrônomo uma figura muito importante e extraordinário.
Pedro na sua linguagem clara e implacável, assim falou:
- Gostaria também de oferecer ao calculista Marcos um interessante problema que aprendi quando ainda moço, de um sacerdote que cultivava a ciência dos números.
Percebendo Pedro que sua inesperada proposta despertou a atenção do rei e dos nobres mulçumanos, dirigiu-se ao Homem que calculava:
- A esse problema caberia a denominação de “problema da pérola mais leve”
Tem o seguinte enunciado:
Um mercador tinha oito pérolas iguais, na forma, no tamanho e na cor. Dessas oito pérolas, sete tinham o mesmo peso, a oitava, entretanto era um pouquinho mais leve que as outras. Como poderia o mercador descobrir a pérola mais leve e indica-la com toda a segurança, usando a balança apenas duas vezes, isto é, efetuando apenas duas pesagens? É esse o problema, o calculista.
Ao ouvir o enunciado do problema das pérolas, um homem de cabelos brancos, com largo colar de ouro, murmurou em voz baixa:
- Que belíssimo problema!
Marcos, depois de refletir durante breves instantes, assim falou com voz firme:
- Não me parece difícil o problema da pérola mais leve, um raciocínio bem encaminhado pode revelar-nos a solução.
Vejamos: Tenho oito pérolas iguais. Iguais na forma, na cor, no brilho e no tamanho. Rigorosamente iguais entre essas oito pérolas, destaca-se uma que é um pouquinho mais leve do que as outras. É usar uma balança delicada e fina, de braços longos e pratos bem leves. A balança deve ser sensível e tem que ser exata. Tomando as pérolas duas a duas e colocando uma em cada prato da balança, eu descubro, é claro, qual a pérola mais leve, mais se a pérola mais leve for uma das duas ultimas, eu serei obrigado a efetuar quatro pesagens, Ora, o problema exige que a pérola mais leve seja descoberta e determinada com duas pesagens apenas, qualquer que seja a posição por ela ocupada.
A solução que me parece mais simples é a seguinte:
Dividimos as pérolas em três grupos. E clamemos A,B e C os grupos.
O grupo A terá três pérolas e o grupo B também terá três pérolas e o grupo C terá as duas restantes pérolas. Com duas pesagens devo apontar com segurança, sem possiblidade de erro, qual a pérola mais leve, sabendo que sete são iguais em peso.
Coloquemos os grupos Ae B um em cada prato da balança, duas hipóteses podem ocorrer.
1º = Os grupos A e B apresentam pesos iguais
2º = Os grupos A e B apresentam peso desiguais, sendo um deles mais leve (o A, por exemplo).
Na primeira hipótese podemos garantir que a pérola mais leve não pertence ao grupo A e B, então a pérola procurada é uma das duas que formam o grupo C.
Coloquemos as duas pérolas do grupo C na balança, uma em cada prato e a balança indicara qual é a mais leve.
Na segunda hipótese, o grupo A sendo mais leve que o grupo B, é claro que a pérola mais leve é uma das três do grupo A. Então, levemos duas pérolas á balança e pesemo-las, se a balança ficar em equilíbrio, quer dizer que a terceira pérola é a mais leve.
Fica assim, rematou Marcos, resolvido o problema da pérola mais leve, apresentado pelo grômeta Pedro.  
Pedro classificou de impecável a solução apresentada por Marcos.
- Só um verdadeiro grômetra poderia raciocinar com tanta perfeição. A solução que acabo de ouvir, em relação ao problema da pérola mais leve, é um verdadeiro poema de beleza e simplicidade.
E para homenagear o calculista, o velho astrônomo preferiu o seguinte verso.
 
“ Se uma rosa de amor tu guardaste,
Bem no teu coração;
Se a um Deus suprimo e justo endereçaste
Tua humilde oração;
Se a taça erguida
Cantaste, um dia, o teu louvor á vida,
Tu não viveste em vão...
 
Marcos agradeceu emocionado, os versos que ele acabara de ouvir eram de um poeta persa, que foi também grômetra e astrônomo Osmar Khayyam.

Plano de Aula

Temática
 Ênfase na adição e subtração a partir do trabalho pedagógico com palito de sorvete.

Objetivo Geral
Aplicar em situações práticas os saberes advinhos do cotidiano dos alunos, levando em consideração a utilização do material concreto.

Objetivos Específicos
- Assimilar conceitos relacionados à adição e subtração;
- Envolver-se em situações práticas que exijam o intercâmbio de idéias;
- Reconhecer os números como fonte de conhecimento para uma análise das informações, estabelecimento de dados e quantidades.

Recursos Didáticos
- Material Dourado;
- Lápis;
- Borracha;
- Caderno;

Metodologia
- Aula expositiva para abordar a importância da adição e subtração na contemporaneidade;
- Há necessidade de formar os grupos de alunos, destacando a relevância de cada aluno para associar a quantidade ao número e mencionando a organização das casas da unidade, dezena e centena para a efetivação do problema enfatizado pelo docente.
- O professor desenha na lousa o material didático:


Unidade, Centena e Dezena

Depois pede para os alunos, representarem o próprio material e representa-lo graficamente no caderno, com o objetivo de as crianças interiorizarem o abstrato a partir da ação efetiva sobre o objeto de estudo (concreto).
 
 Avaliação
A avaliação deverá ser diagnóstica, a fim de levantar as hipóteses dos alunos sobre a função social do número. Após esta etapa, a avaliação terá um caráter formativo para que seja consolidada a capacidade de estabelecer relações entre números, quantidades e práticas sociais dos discentes.

Autores que abordam a didática da matemática
Delia Lerner
Katia Stocco Mole
Piaget  

Situações em que as Operações Matemáticas são Utilizadas


Quando estamos pretendendo realizar uma atividade, dificilmente associamos a algum conhecimento matemático, ou até mesmo não fazemos a associação com nenhuma disciplina escolar. É importante observar que em todas as atividades que realizamos diariamente tem sempre um questionamento a se fazer relacionado a matemática.
Uma atividade que podemos pegar como exemplo é uma simples ida a padaria, você deve estar pensando, porque padaria? Digamos que pela manhã você vai a padaria comprar pão, em seguida você pensa em quantos pães comprar, ou seja quantas unidades. Sabendo a quantidade que vai comprar vem o questionamento: qual o valor de dinheiro que vou gastar para fazer a compra? evidentemente que temos primeiro que saber qual é o preço da unidade, cada unidade que nós formos comprando temos de somar o valor. O valor total em dinheiro é a soma dos valores unitários, na prática se compramos 6 pães e o valor da unidade é igual a R$0,20, sabemos que o valor da compra é de R$1,20. Usamos valores numéricos para realizar esse raciocínio, abordando conceitos matemáticos importantes como o uso de unidades.
 Segue abaixo alguns exemplos de problemas Matemáticos
 
1- Havia cinco pipas no ar,1 arrebentou a linha, quantas restaram ?
Solução: 5-1= 4
R: Restaram 4 pipas
 2- Em uma caixa cabem 120 bolinhas de gude. Quantas bolinhas cabem em 4 caixas?
Solução: 120+120+120+120= 480
R: Em 4 caixas cabem 480 bolinhas de gude
3- Mamãe comprou 3 ingressos para o jogo de futebol, cada ingresso custou 16 reais e ela pagou com uma nota de 50 reais. Quanto recebeu de troco?
Solução: 16+16+16 = 48
R: Mamãe recebeu 2,00 reais de troco
4- Roberta comprou 86 figurinhas e ganhou 25 de seu primo com quantas figurinhas Roberta ficou ?
Solução: 86+25= 110
R: Roberta ficou com 110 figurinhas
5- Paulo comprou um doce por 15 reais ainda ficou com 7 reais . Quantos reais Paulo tinha?
Solução: 15 + 7 = 22 reais
R: Paulo ficou com R$ 22,00
           6- José usou 2/9 de seu salário para pagar o aluguel de seu apartamento. Como ele recebeu de salário R$1800,00 o seu aluguel foi de :
Solução: basta calcular 2/9 de 1800
2,1800= 3600/9 =  R$ 400,00/9
7- Um pintor leva 39 dias para pintar uma casa. Ele já trabalhou 16 dias. Quantos dias faltam para terminar a casa?
Solução: 39-16 = 23
R: Faltam 23 dias para terminar de pintar a casa
8- Na cidade de Três Pontas 877 pessoas foram assistir um jogo de futebol, no meio do jogo , começou a chover , e 245 pessoas  se retiraram . Quantas pessoas ficaram  até o final do jogo ?
Solução: 877- 245 = 632
R: Até o final do jogo ficaram 632 pessoas
9- Se tirarmos 16 anos da idade atual de Patrícia encontramos 37 anos . Qual é a idade atual de Patrícia?
Solução: 37+16= 53
R: A idade atual de Patrícia é 53 anos
        10- No pátio da escola estavam estacionadas 10 bicicletas , quantas rodas podemos contar ?
Solução: 10 x 2=20
R: Podemos contar 20 rodas.
11- A professora Katia pediu a seus alunos que lessem um livro de 80 paginas em 8 dias, lendo o mesmo numero de páginas por dia. Quantas páginas os alunos deverão ler por dia para terminar o livro no prazo dado pela professora?
Solução: 80/8= 10
R: Os alunos deverão ler por dia 10 paginas cada
12- A mãe de Lucas trabalha em uma loja de plantas e ganhou de seu chefe 52 mudas de árvores para seu filho e seus amigos Paulo, Luiz e Marcelo plantarem na praça do bairro em que moram. Se as mudas foram divididas igualmente entre os amigos, quantas mudas cada um plantou?
Solução: 52/4= 13
R: Cada um plantou 13 mudas de árvores
13- Na sala de aula onde Felipe estuda, as mesas têm o formato de um quadrado e acomodam 4 alunos. Quantos alunos há na turma de Felipe, se na sala de aula há seis mesas e todas se encontram ocupadas?
Solução: 6 x 4= 24
R: Na turma de Felipe há 24 alunos
14- No sítio do tio do Gugu, 2 porcas tiveram filhotes na mesma semana. Uma delas teve 17 filhotes e a outra 15. Nessa semana, quantos porquinhos nasceram no sítio?
Solução: 17 + 15= 32
R: Nasceram no sítio 32 porquinhos
15- Num álbum de 4 páginas podem ser colocadas 8 figurinhas em cada página. Dessas 4 páginas, Pedro completou 2. Quantas figurinhas ele colou ao todo nestas páginas?
Solução: 8 + 8= 16
R: Pedro colou 16 figurinhas ao todo no álbum  
16- Quantas crianças precisam entrar numa rodinha formada por 5 crianças, para que ela passe a ser formada por 12 crianças?
Solução: 12 – 5= 7
R: Precisam entrar na rodinha 7 crianças para completar uma rodinha de 12 crianças
17- Quantos lápis devem ser retirados de um estojo com 24 lápis, para ele passar a ter apenas 5 lápis?
Solução: 24 – 5= 19
R: Devem ser retirados do estojo 19 lápis
18- Quantas frutas tem uma bandeja na qual estão 6 bananas, 5 laranjas e 2 maças?
Solução: 6+5+2= 13
R: Tem 13 frutas ao todo na bandeja
19- Rafael ganhou algumas bolas de gude. Ele agora está com 7 bolas de gude pequenas e 13 grandes. Quantas bolas de gude Gugu tem ao todo?
Solução: 13+7= 20
R: Gugu tem 20 bolas de gude ao todo
20- Guilherme comprou 20 balas, teve que dividir com 5 amigos. Com quantas balas cada um ficou?
Solução: 20/5= 4
R: Cada um ficou com 4 balas

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Atividades que se utilizam o ábaco











Uso do Ábaco


O Ábaco surgiu por volta de 2.400 a.c, e esta ligado ao desenvolvimento dos conceitos de contagem. Na idade média o ábaco era usado pelos romanos para a realização de cálculos.

O ábaco pode ser considerado como uma extensão ao ato natural de se contar nos dedos. Emprega um processo de calculo com sistema decimal, atribuindo a casa ... um múltiplo de dez, o uso do ábaco é utilizado para ensinar ás crianças as operações de somar e subtrair.

O uso do ábaco facilita a técnica do calculo mental como outras:

- Aumento da Velocidade auditiva;

- Cálculo Mental;

- Observação mais atenta;

- Visualização apurada;

- Melhora a concentração e memorização, principalmente com os números.

 
Forma de Contagem

O ábaco é um antigo instrumento de cálculo, formado por uma moldura retangular com bastões ou arames paralelos, dispostos no sentido vertical, correspondente cada um a uma posição (unidades, dezenas) e nos quais estão os elementos de contagem (bolinhas, fichas), que podem fazer-se deslizar levemente. Cada bastão é composto por dez bolinhas.

 
Tabela com diferentes tipos de Ábacos


Diferentes tipos de Ábacos
 
Momento Histórico
Período
Utilidade
Ábaco Mesopotâmico
 
Idade Média
2700-2300 a.c
Cálculo
Ábaco Babilônico
 
Mesopotâmia
+ ou – 2.400 a.c
Cálculo e Alfabeto
Ábaco Egípcio
 
Idade Antiga
4.000 a.c
Cálculo
Ábaco Grego
 
Grego Antigo
1846 ou 3.000 a.c
Cálculo
Ábaco Romano
 
Idade Média
Séc XIII á XIX
Cálculo
Ábaco Indiano
 
Era Cristã
Séc I á V
Cálculo
Ábaco Chinês
 
Era Cristã
Séc I á XIV
Cálculo
Ábaco Japonês
 
Até os dias atuais
Séc XVI
Cálculo
Ábaco dos Nativos Americanos
 
Antiga Cultura Ásteca
Séc XIV á XVI
Cálculo
Ábaco Russo
Antiga União Soviética
Séc XIX
Cálculo
Ábaco Escolar
 
Atualmente
Séc XIX...
Cálculo

 

 
Ábaco Indiano
 
 
 
 
 
Ábaco Escolar
 
 
Ábaco Russo
 

 
Ábaco Mesopotâmico

domingo, 15 de setembro de 2013

Construção do Conceito de Números

Adição
A adição está associada às ideias intuitivas de  juntar, reunir, acrescentar, essas ideias que adquirimos na vida é o ponto de partida para o aprendizado.
O calculo mental estimula a compreensão do sistema de numeração decimal, e ele deve sempre ser praticado, para que com o decorrer do tempo possamos criar nossas próprias técnica de calculo. É notável que as crianças acostumadas a desenvolver o calculo mental  demonstram ser  mais seguras e mais autônomas, para facilitar esta prática podemos utilizar o ábaco simplificado  para adicionar.
 
Subtração
A subtração é o ato de retirar, que envolve comparação e uma ideia de completar. Em uma subtração sempre que o primeiro número é diminuído de uma certa quantidade e o segundo número permanece inalterado, então a diferença fica diminuída da mesma quantidade.
Para melhor compreensão podemos utilizar o ábaco para subtrair na técnica da compensação porque primeiro é preciso compreender a propriedade para depois subtrair.
Maria Montessori – Dedicou-se a educação de crianças especiais, para ela a criança tem necessidade de mover-se com liberdade dentro de certos limites desenvolvendo sua criatividade.
Material de contas – É destinado a representar os números sob forma geométrica
Material Dourado – é destinado a atividades que auxiliam o ensino e a aprendizagem do sistema de numeração decimal- posicional e dos métodos para efetuar as operações fundamentais.
 
Divisão
Em matemática, quando propomos dividir, esta subentendido que a divisão deve ser feita em partes iguais.
Para que atinja essa compreensão é preciso realizar em trabalho em que as crianças vivem experiências como situações em que elas espontaneamente, reparte, dividem, distribua como nas atividades em sala, brincadeiras e jogos, ou até mesmo o lanche. Devemos analisar com elas quais critérios foram usados para dividir, e se essa divisão foi em partes iguais.
Como por exemplo, dividir 10 bolas de futebol entre 4 pessoas, não foi exigido que a divisão fosse feita em partes iguais.
Existem situações nas quais é possível o fracionamento daquilo que esta sendo dividido, porém existem também situações onde não é possível este fracionamento, nos conduzindo  ao estudo de números naturais 0,1,2,3,4,5...que são divisões que deixam resto ou divisões exatas. Por exemplo, a divisão de 10 por 4 deixa resto 2 e divisão de 10 por 5 é exata.
A subtração e a divisão não são comutativas, na adição e multiplicação não importa a ordem das parcelas, entretanto na divisão não ocorre o mesmo, pois 6 dividido por 2  não é o mesmo que 2 dividido por 6, não é possível trocar o dividendo pelo divisor.
Comumente observamos o professor, que resolve um exercício "de cada tipo", como exemplo.
Depois as crianças resolvem uma série de outros parecidos, com isso não fazem mais do que repetir instruções os alunos se acostumam a receber todo o conhecimento pronto, dado pelo professor que diz o que deve ser feito, indica e corrige os erros. Os alunos não pensam, não discutem.
A experiência tem mostrado que esse método, em geral, não amplia a compreensão sobre as
Operações, ou outro assunto qualquer. Para modificar este quadro é necessário deixar que ela mesma crie métodos de resoluções para seu problemas, pedindo que as crianças deem sugestões em voz alta, proporcionado discussões  sobre as possibilidades. Em resumo o diálogo é indispensável, pois crianças precisam ser estimuladas a ter ideia e a falar sobre suas ideias.
 
Multiplicação
A multiplicação é uma das operações fundamentais na aritmética, muitas vezes utilizada para substituir a adição.
Para compreendermos utilizamos a ideia de parcelas iguais e de representação retangular, a proporcionalidade e o raciocínio combinatório, é interessante que os alunos compreendam o porquê de algumas passagens, e o uso do material dourado facilita essas justificativas.
Antes de trabalhar com algarismos das operações os alunos devem ter compreendidos o agrupamento e troca existentes no sistema de numeração decimal, tendo a oportunidade de criar seus próprios métodos de resolução.
Nas séries iniciais é interessante trabalhar a multiplicação sempre em situações-problema para que os alunos tenham a oportunidade de reconhecer o uso dessa operação em diferentes situações. 
  Raciocínio Combinatório
 Ex. Vou viajar mais não gostaria de levar muita roupa. Se levar 3 blusas e 2 saias, quantos dias poderei usar essas roupas sem repetir a mesma saia com a mesma blusa?
Para obter a resposta basta multiplicarmos 2 x 3  O interessante, neste tipo de situação, é proporcionar aos alunos material concreto, como blusas e saias diferentes em quantidade suficiente, para que possam organizar todas as possibilidades e a partir da resolução de vários problemas desse tipo observar a operação que os resolvem
Proporcionalidade
Uma das ideias mais importantes na Matemática é a proporcionalidade, Ex. Para fazer uma pipa do tipo maranhão, Marcos comprou 3 varetas. Se quisesse fazer 6 pipas iguais a essa, quantas varetas precisaria comprar?
Ao trabalharmos esse tipo de problema não é interessante indicar para os alunos que a multiplicação o resolve. Mostre-lhes que existe uma proporcionalidade entre o número de varetas e a quantidade de pipas que serão feitas.